Um sentimento aflora em meu peito, tão profundo que me cala no alento, um mistério que nasce em mim, desemboca no centro do peito e que me faz chorar sem medo.
O medo que um dia me fez chorar; que um dia me fez gritar, e que um dia me fez te achar!
O medo de estar sozinho me fez te procurar...
O medo de estar sozinho me fez te procurar...
Mas algo aflora em mim!
Como uma flor que nasce e logo desabrocha...
Como um lírio que é jogado pela força do rio.
Como a dor que não me deixa calar.
Por entre o mistério que nasce em meu peito, acalo o desejo de gritar e descobrir o sentimento que ali há.
A chuva nasce com símbolo de uma morte recém surgida, que lava o solo que ali prepara para uma nova vida. A água que ecoa e faz sentir vazio, que leva tudo em um silêncio sombrio e que em um toque ardil me faz chorar.
Mas qual é esse sentimento que nasce no peito que faz as lagrima a rolar?
Não sei!
Mas sei que como a água da chuva escorre, corre as lagrimas de meu olhar.
Será que é o amor ou outrem que nasce em seu lugar?
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