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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Sentimentos também são verdades

Seja honesto com os seus sentimentos, não minta para você mesmo ou tente enganar seus sentimentos com máscaras mórbidas e inúteis.
As pessoas verdadeiras não precisam de máscaras para serem amadas ou aceitas, não minta os seus sentimentos, não tenha medo de mostrar para os outros como é humano e apto a erros.
Nunca tenha medo de mostrar o quanto se ama algo e de sofrer sentimentos que lhe fazem chorar, o choro é a mostra de como os seres humanos podem ser puros e como podem amar de verdade.
Já diziam os poetas: O choro não quer dizer que você é fraco, mas sim que você se importa.
Diga a todos o quanto se ama, chore quando tiver vontade e nunca esqueça de cultivar os bons sentimentos e de estar perto das pessoas que realmente lhe fazem bem!
Ame com verdade...
Fale a verdade...
Seja de verdade!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

O tempo faz um rio de um tempo sem fim

Não me estranhe se mudei, o tempo é como um eterno som de tic-tac que não para, não para, não para...
E por não parar tive que mudar, fazer diferente e caminhar no fluxo do rio que a vida impõe.
A solidão é uma coisa que se impõe aos que preferiram ficar parados, esse nunca será o meu estado.
Mas desculpe se mudei, talvez foram tantos tic-tacs que só agora você veio aperceber.
O tempo passa, a vida anda e eu também!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A força dos que vencem


Os sonhos nunca deixam ser possíveis quando se acredita neles.
Os obstáculos sempre existiram...
As dores sempre virão...
Mas no sufoco da falta de fôlego logo vem à satisfação da realização como mérito dos que acreditaram e persistiram.
Não pense que um sonho não pode vir a ser realidade, os habite, mesmo que não esteja acordado.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

No vazio do pensar


O silêncio me faz calar, e desemboca da escuridão do meu vazio, palavras morbidas sem som  algum.
Poque o silêncio me cala tanto?
Porque o silêncio soa tão alto em meus ouvidos e me faz calar?
A voz que estronda em meu peito mais parece um vulcão avisando o estouro.
 Mais parece a chuva que nasce ao som da imensidão,  e como um desleixo momento ecoa um grito nessa escuridão.
Pensar que sou humando me faz sentir, que me vejo sozinho na busca de algum que penso ser eu.
Me Busco em todos, como se todos me pudessem ter  em si mesmo. Ou será que busco o proposto do que penso ser eu?
Num silêncio acalento o drama de estar só, com apenas os barulhentos pensamentos meus.

domingo, 17 de abril de 2011

A chuva como um sentimento tardio

Um sentimento aflora em meu peito, tão profundo que me cala no alento, um mistério que nasce em mim, desemboca no centro do peito e que me faz chorar sem medo.
O medo que um dia me fez chorar; que um dia me fez gritar, e que um dia me fez te achar!
O medo de estar sozinho me fez te procurar...
Mas algo aflora em mim!
Como uma flor que nasce e logo desabrocha...
Como um lírio que é jogado pela força do rio.
Como a dor que não me deixa calar.
Por entre o mistério que nasce em meu peito, acalo o desejo de gritar e descobrir o sentimento que ali há.
A chuva nasce com símbolo de uma morte recém surgida, que lava o solo que ali prepara para uma nova vida. A água que ecoa e faz sentir vazio, que leva tudo em um silêncio sombrio e que em um toque ardil me faz chorar.
Mas qual é esse sentimento que nasce no peito que  faz as lagrima a rolar?
Não sei!
 Mas sei que como a água da chuva escorre, corre as lagrimas de meu olhar.
Será que é o amor ou outrem que nasce em seu lugar?

terça-feira, 12 de abril de 2011

Porque tudo tem que acabar?


A vida é um moinho que roda conforme a força que o rio determina.
Nem sempre tão rápido, nem sempre tão lento.
Com uma única certeza:
Que um dia esse movimento chega ao fim!
Mais porque um fim?
Para todo recomeço é necessário a precedência de um fim...
Morrer significa acabar, deteriorar, desaparecer sumir...
Mais significa também saudade!
Saudade de momentos que ficaram em um curto espaço de tempo, momentos que não poderão ser re-vividos, momentos que não poderão ser re-sentidos, apenas lembrados.
A única certeza que temos quando nascemos é que morreremos!
Morrer para quê?
Os céticos dizem que morrer significa cumprir a missão de produzir e reproduzir, mantendo a harmonia natural da vida, já os religiosos, explicam que foi cumprido o ideal da passagem e os lunáticos que se parte para a realidade dos sonhos.
Os sonhos nem sempre são tão lúdicos e a realidade nem sempre é um sonho, mas um sonho é sempre um sonho.
O que fazer com o a dor que aperta no peito e que faz chorar, e que não passa nunca?
Perco os que amo, pois não tenho controle, mas não perco o amor que os tenho no peito mesmo com todo aperto.
Então me diga:
Para todo começo existe um fim?
Ou será que em todo fim nasce um recomeço?

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Há coisas que vão e vem em um movimento sem fim


A terra gira por vezes incontáveis a milhões de anos, mas será que um dia esse gira-gira parará?
Fluindo por pensamentos sóbrios, o pião é jogado por um braço franzinho com força inexplicável e...
Roda...
Roda...
Roda...  e ao rodar com uma dança magnífica, bambeia e logo vem ao chão.
Newton descobriu a força que prende tudo ao eixo. Mas me conta! Onde fica esse eixo?
Procuro um eixo mais nem sempre me encontro, o mar puxa para um lado, o vento sopra para outro.
Por vezes rodo, rodo e me encontro parado.
 Por vezes fico parado e me vejo rodando.
Mais tudo isso acontece porque a terra está girando?
Ou porque eu vivo e continuo andando?

domingo, 3 de abril de 2011

No balanço do mar


Por razões desconhecidas, me deparo a olhar o mar, e nesse pequeno segredo silencioso me apercebo de estar para ao vazio do pensar a admirar o movimento das ondas e o infinito som do ar.
Nem sempre tão calmo, nem sempre silencioso, nem sempre tão azul.
Mas porque parar em frente ao mar me esvazia tanto assim?
Será o balanço das ondas que no seu vai e vem segue seu perfeito ciclo? Ou seu som hipnotizador que acalenta meus sentimentos mais sombrios?
Como haverei de saber? 
Mas sinto que algo se esvazia ao admirá-lo e ver que nele esvazio meus sentimentos em um breve espaço de olhar , que parece no seu movimento levar, o que de mal em mim há, esvaziando algo que não se vê nem com o olhar.