O silêncio me faz calar, e desemboca da escuridão do meu vazio, palavras morbidas sem som algum.
Poque o silêncio me cala tanto?
Porque o silêncio soa tão alto em meus ouvidos e me faz calar?
A voz que estronda em meu peito mais parece um vulcão avisando o estouro.
Mais parece a chuva que nasce ao som da imensidão, e como um desleixo momento ecoa um grito nessa escuridão.
Pensar que sou humando me faz sentir, que me vejo sozinho na busca de algum que penso ser eu.
Me Busco em todos, como se todos me pudessem ter em si mesmo. Ou será que busco o proposto do que penso ser eu?
Num silêncio acalento o drama de estar só, com apenas os barulhentos pensamentos meus.
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